Tomar um bom vinho pode ser mais que um acompanhamento para um jantar ou momento de descontração. Há quem classifique como o conhecimento, experimentar novas uvas, rótulos e safras um hobby um tanto quanto prazeroso que vai muito além da mesa. Erra, no entanto, quem pensa que para tomar uma boa bebida é necessário desembolsar muito dinheiro.
A produção mundial de vinhos está dividida em Velho Mundo e Novo Mundo. No primeiro grupo estão os países europeus de longo prestígio na elaboração de vinhos nobres, como França, Itália, Portugal, Espanha, Hungria e Alemanha.
Tradição nos países da Europa, nem tanto por aqui. Os vinhos doces, assim entendidos aqueles que não possuem adição de açucar de cana, portanto o doce é próprio da uva, seja por genéica, seja por condução na videira ou na produção.
O Chile é um grande conhecido dos brasileiros. Por vários anos, vinho importado, para nós, era vinho chileno. O país sempre produziu em larga escala e, a partir dos anos 80, passou a caprichar mais na bebida.
Depois da vindima, as uvas são colocadas num tanque próprio para serem pisadas ou esmagadas (dependendo do processo ser artesanal ou industrial).
Pode-se dizer que a Alemanha é a terra do vinho branco. O clima e o solo favorecem o amadurecimento das uvas brancas, daí vem o prestígio do país na produção do vinho correspondente.
A história do vinho e do homem é antiga o bastante para ter dado origem a histórias fascinantes e tornar lendário os nomes de alguns vinhos. É o caso do Tokaji Aszú húngaro
Depois de um mês de negociações difíceis, as vinícolas brasileiras chegaram a um acordo com importadores, distribuidores e supermercados e vão retirar hoje o pedido de salvaguardas
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